Thursday, January 15, 2015

Atentado ao Charlie Hebdo - Mídia ‘Abutre’ Brasil/EUA - Mídia local Boston


O caso Charlie Hebdo 
Um pequeno periódico semanal de somente 16 páginas impressas sofreu um atendo onde 12 pessoas morreram indignou o mundo e mexeu com a França. Por outro lado dizem as boas línguas que a mídia impressa está morrendo e vai sumir em detrimento da internet. Os fatos desta semana provam ao contrário. A mídia impressa que estava morrendo ‘para uns poucos pessimistas’, ressuscitou esta semana e ressuscitou de uma forma mais sensível possível, com uma tragédia, justo com um jornal semanal de apenas 16 páginas. O Hello Brasil News tem na sua campanha de publicidade local uma frase já há alguns anos que diz tudo; ‘Para ser um grande jornal, não precisa ser um jornal grande cheio de blá, blá, blá. Tem que ser um jornal que saiba ir direto ao ponto!’ O Charlie Hebdo com certeza sabe disto.
Nosso último editorial
Na última semana, ou melhor, na semana passada publicamos um editorial assinado pelo jornalista Alberto Dias, do Brasil. O tema foi ‘O Abutre’ e a mídia carniceira, que corre atrás de noticias policias e mortes entre os brasileiros e suas redações respiram com a desgraça e tem esta pauta como carro chefe de suas publicações. Na verdade ele faz uma crítica sem precedentes a este tipo de mídia que gosta de carniça como seu prato principal. Ele não é contra este tipo de informação, mas condena a obsessão por ela. Ele também falou de uma mídia educadora, prestativa, informativa e investigativa, que acrescenta algo diário a sociedade, que desponta interesse justo digno e tem um cunho social é aponta esta mídia como sendo uma mídia mais justa com a sociedade. Esta verdadeira mídia trás proveitos aos seus leitores e não os alimenta só de sangue, desgraça e desonra de nossos conterrâneos. Trazendo os fatos para nossa realidade, o problema nem é ter um jornal que se alimenta só com uma capa policial constantemente, até por este não produz nada para seu leitor. Este trás um atraso social, psicológico e informativo, na verdade oculta pautas de verdadeiro interesse da comunidade, agregado a isso este tipo de mídia gosta de encobrir amigos, ocultar e manipular fatos, faz conchavos, etc. Seu foco é só em noticias baixas, por que não consegue produzir pautas de interesse da comunidade. Estas mídias carniceiras com esta linha editorial estão espalhadas pelo mundo e como não poderia deixar de ser ela também esta enraizada na nossa mídia local de Boston. Ela na sua essência só vive de desgraça e mais desgraça de um ou múltiplos conterrâneos presos, humilhados e quando não é isso, aproveitam para difamar gente inocente, esta é a sua prioridade, e lá uma vez do que outra fazem uma matéria com cunho social local sem pé nem cabeça. Linha editorial cada um tem a sua. Uns tem uma linha editorial covarde, outros são mais ousados, outros mesclam informativa/investigativa e outros vivem somente tentando bater na concorrência por que sonham que com isso vai tornar o seu jornal melhor, mais prestigiado. Este é o trabalho do tipo de mídia que se acha diminuída e para se superar tenta abafar o concorrente nem que para isso ela tenha que colocar a sua ética que na verdade nunca teve, debaixo do sovaco, e para isso vale tudo, até dar instruções aos seus entregadores para esconder o jornal da concorrência, virar sua capa de cabeça para baixo, chega ao ponto de utilizar sem nenhum escrúpulo os espaços em displays que não lhe pertence, sem falar que enche lojas locais com jornais velhos fazendo do local um lixão. Este é o jogo da mídia do ‘Abutre’ e que também tem endereço fixo em Boston.
·        Nightcrawler, o filme
‘ “O Abutre” é um excelente filme sobre a falta de escrúpulos de cinegrafistas freelancers (repórteres) que trabalham de madrugada na área de Los Angeles. É também uma crítica aos sociopatas que se drogam através de fiapos da informação na internet. Não é o primeiro filme que faz a crítica do jornalismo. E por que razão “O Abutre” serve de paradigma para comprovar a inapetência da imprensa nativa para o autoescrutínio? Porquê? Simplesmente porque o filme está disponível na íntegra (embora em tela pequena) no YouTube, inteiramente grátis. Temas para debate não faltam: a começar pelo título em português – “O Abutre”, que em inglês seria “Vulture”. O nome original, “Nightcrawler”, designa um tipo de verme que rasteja durante a noite e é usado como isca para pesca de anzol. Estes cameramen (repórteres) só trabalham à noite, por conta própria, cobrindo roubos, estupros, assassinatos, acidentes e vendendo imagens cruéis para alavancar as audiências dos telejornais e jornais. Não são repórteres, nem jornalistas de fato: a produção da emissora obtém os dados básicos, edita o material e o coloca no ar. Não é coisa de abutres (aves de porte, que rapinam à luz do dia), são rastejadores noturnos que através da faixa de rádio da polícia às vezes até se antecipam a ela. Tão sem escrúpulos quanto os bandidos cujas façanhas cobrem, entregam o produto em mãos (ou via digital), acertam o preço, geralmente não barganham e recebem a grana na hora. Os (as) infelizes que lidam com os crawlers – plantonistas da madrugada – desempenham funções até piores (como a personagem Nina do filme) porque sabem como tirar partido do horror, mesmo quando o advogado de plantão recomenda prudência e moderação no sensacionalismo. (itálicos acrescentados pela redação no texto de Alberto Dias)’
Mídia local
Na nossa mídia brasileira nos EUA e local aqui em Boston, ainda não entraram em nenhuma redação para matar ninguém, mas o Hello sabe o que um punhado de donos de mídias arquitetados e inimigos da nossa redação tentaram fazer com o nosso periódico e o seu editor tempos atrás, e quem não lembra? E é só eles verem uma oportunidade, verdade ou mentira, não interessa, o que interessa é o sensacionalismo, e os Abutres de plantão querem mesmo é carniça. Já tentaram, difamar, mentir, desmistificar, menosprezar o nosso trabalho e nossas matérias. Hoje podemos dizer que estas mídias perderam, por que a nossa credibilidade com a difamação que tentaram nos impor só aumentou, e eles esqueceram que credibilidade se conquista não se impõe, e a verdade, o caráter impera sobre a mentira e falsidade, o Hello e seu editor são uma prova viva disto. Ninguém apaga um legado imaculado de prestação de serviço comunitário de quase 15 anos de trabalho jornalísco diário, de um profissional local assim, do nada, com uma calunia isolada e infundada, mas eles tentaram. E agora onde estão os nossos acusadores? Já publicamos aqui no Hello na edição 166 em 2 de setembro de 2014 o editorial ‘Mídia sem escrúpulos – A intimidade devassada’ que decorre sobre o mesmo ponto vista. Para sermos práticos e objetivos; tivemos como vítimas da mídia ‘abutre’ na nossa comunidade muita gente inocente e injustiçada como; O Gilson que foi chamado de ladrão no caso do pequeno e doente Felipe, não uma vez só, mais inúmeras. Gilson era e sempre foi inocente e foi caluniado pela mídia, o famoso Dr. Sharma de Framingham, amigo da comunidade, gastava fortunas com publicidade nas mídias locais brasileiras foi acusado de ter levado uma paciente a morte, ele também foi caluniado e esquartejado por esta mesma mídia, também inúmeras vezes, mesmo sendo totalmente inocente, o caso do Zeca da pizzaria de Framingham por que um cliente morreu dias depois de comer na pizzaria, também foi implodido pela mídia, isso abalou seu negócios e também comprovadamente não tinha nada haver com o caso, o editor do Hello, Paulo Monauer foi acusado de ladrão pra fora, ofenderam seus filhos e família, foi capa de todos os jornais locais, mais de uma vez com chamadas piores do que um assassino, por esta mesma mídia abutre, mesmo sem ter nunca praticado uma virgula do que alegaram, o empresário brasileiro de Weymonth que foi caluniado de abuso sexual por uma mulher que se diz colunista social de um jornal local, o fato dela trabalhar no jornal, foi o suficiente para o jornal que tem um estilo de ‘abutre’ na mídia esquartejar o empresário, porém depois do repudio de mais 10 empresários da região unidos contra o pasquim em função desta pauta, o jornal se viu acudo no caso, pois não esperava esta repercussão na região. Não precisamos ir longe há dias atrás um leitor do Hello mandou uma copia de varias mensagens que enviou para os donos de um jornal local provando que eles fizeram uma matéria mentirosa distorcendo o depoimento dele na maior cara de pau (o caso do homem da garrafada no rosto de uma mulher em Lowell) e ao mesmo tempo o jornal tentou mais uma vez desonrosamente, desnecessariamente e totalmente sem ética difamar novamente o Hello e o seu editor criticando e menosprezando o nosso ‘verdadeiro’ conteúdo que foi publicado sobre o caso. Tudo sempre com o objetivo de agir como má intenção, para denegrir, com maldade e o pior não acrescentou nada de informação ao caso só ofendeu pessoas e profissionais. Nossa redação tem elementos e provas mais do que suficiente para fazer inúmeras matérias por muitas semanas para contar uma a uma a verdade com cada um destes injustiçados com depoimentos indignados de todos os que foram caluniados pela ‘mídia abutre local’ e temos conhecimento e fatos de muitos outros que não citamos aqui que foram vitimas da mídia insana, que adora noticia que cheira mal. O tempo funciona e equaliza tudo e muito ainda vamos ouvir falar sobre tudo isso, o Hello tem memória e não esquece, a qualquer momento quando estas pessoas injustiçadas quiserem podem trazer estas pautas à tona elas estão com a couraça dura, apanharam muito da mídia Abrute, mas agora estão com a couraça dura de tanta humilhação injusta e não tem mais nada a perder. Quem viver verá! Não adianta limpar um porco que gosta de chiqueiro sujo, fedido ele sempre vai preferir viver sujo e fedido por que esta é a sua origem ele nasceu neste meio, é assim que ele se sente bem, mas a gente tenta, um dia quem sabe ele aceita mudar e aprende a viver de outra forma mais civilizada na sociedade e profissionalmente.
Ai vem à pergunta: Será que não estamos agindo como eles (abutres) denunciando estes fatos? Por que falar disto? Tudo tem uma razão, a comunidade tem direito de saber destas verdades, destas informações, nosso objetivo é somente divulgarmos tais fatos, dar a notícia verdadeira de fatos distorcidos. A comunidade precisa saber que a mídia local não é dona da verdade e que ela não pode publicar o que quer e quando quiser, não pode julgar pessoas acusá-las por mera fofocas, nós não somos donos da verdade e às vezes erramos e erramos feio e corrigir um erro depois de os exemplares circularem nas ruas, é quase um caminho sem volta em alguns casos, mas não é impossível para quem tem dignidade, caráter e profissionalismo, afinal errar e humano o feio e antiético e se achar um ‘deus no mundo mídia local e agir como um abutre’.
Paulo Monauer
Editor Chefe
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