Tuesday, November 29, 2016

Morte!

Paulo Monauer

Não gosto de pensar nisto, mas não me nego o risco eminente de morrer sem um aviso prévio. O ditado não ajuda e passa batido no meu pensamento; ‘Para morrer basta estar vivo’. Este ditado soa para mim como algo muito trivial e imparcial, parece uma coisa mecânica. Às vezes penso na morte como uma coisa de terror. Sinto que o obvio vai acontecer e não me sinto confortável em vida pensando nisto: Vão me colocar em caixão, vão me enterrar, vão me queimar, etc. Pensar que vão fazer isso comigo enquanto ainda estou vivo, me assusta. Na verdade meu coração e mente se acalma quando penso que quando isso acontecer supostamente ou de fato, vou estar morto, e nenhuma destas sensações de terror e medo vão me afligir naquele momento do dito tal sepultamento.         
No sou paranóico, não penso isso sempre, preciso de uma motivação ou tragédia para relembrar minha mente desta situação que um dia com certeza vai ser a minha. Às vezes nas minhas loucuras destes pensamentos macabros fico tentando achar alternativas e acho que gostaria de ser enterrado em lugar onde eu tivesse a liberdade de sair, caso acordasse e ai teria descoberto que não havia morrido. Selar um morto a morte, colocando ele a sete palmos debaixo da terra ou selando sua sepultura ou gaveta com cimento, ou mesmo queimando o corpo, me parece tétrico. 
Na verdade já viajei nestes pensamentos da morte, algumas vezes nestes 57 anos que tenho de vida. Vive bastante já. Tem gente que vai embora bem rapidinho ou mais cedo do que o tempo que já vivi. Meu plano de vida pessoal é chegar aos 100 anos, de boa. Logo me sinto jovem, estou na metade do caminho. Tenho saúde, força, animo trabalho, alegria, sonhos, motivações e ambições. To cheio de motivos para viver e viver muito. Oxalá eu viva até Cristo voltar e em um piscar de olhos eu possa passar pela morte, logo esta história de funeral, tumulo, etc., no meu caso passaria batido por ela.
Fico pensando nos 76 mortos da tragédia do avião da Chapecoense. Na verdade esta tragédia é diferente de todas as outras tragédias de um acidente aéreo. Já teve inúmeros acidentes aéreos no mundo inteiro, onde morreram muito mais pessoas do que estas 76 da Chapecoense.  Logo o que tem de tão agravante neste acidente que comoveu o mundo? Posso tentar explicar o meu ponto de vista, mas, por favor, não estou menosprezando outras mortes e outros acidentes em detrimento deste da Chapecoense.
Em outros acidentes aéreos as mortes eram avulsas, na verdade as pessoas estavam no vôo e não se conheciam, eram passageiros indo para o mesmo destino. No vôo da Chapecoense, era uma comunidade viajando junto, eram amigos de vida e amigos profissionais, todos sabiam quem era quem pelo nome, não eram passageiros avulsos buscando um mesmo destino, era uma cidade inteira que estava sendo representada por seus atletas em uma viajem festiva e emotiva. A dor desta catástrofe tem seu foco maior concentrado em um só lugar, em Chapecó.  O mundo sente e chora pelo grito de dor de Chapecó.
Pensar na morte destes atletas, dos profissionais que ganhavam a vida trabalhando para cobrir este evento esportivo, e meio estranho para mim. O que será que eles pensaram momentos antes da queda, qual foi à escolha de cada um, a melhor posição dentro do avião para tentar se proteger e sair vivo desta, qual o sentimento dos segundo finais antes do aborto de suas vidas?  Não acredito em destino de tragédias. Aquela história de que morreu por que chegou à hora. Nesta tragédia do avião do Chapecó houve um erro humano ou mecânico, e caso não houvesse eles não teriam morrido, logo a morte foi induzida, não natural. Para mim isso neste caso isso foi um aborto de vida. Não acredito que Deus chamou a todos na sua presença. Alguém errou na prevenção a antecipou a ida de todos ao encontro de Deus. É diferente.
Apenas 5 das 81 vidas dentro do avião até o momento estão respirando o sopro da vida. Estes cincos podem contar e testemunharem para o mundo o que viveram e como sobreviveram. Que bom, apesar da desgraça, que cinco podem ainda de alguma forma alongar a vida em pensamentos dos 76 que morreram.
Uma cidade, um estado, um país, o mundo, vive um luto de 76 vidas que se foram. No meio desta tragédia toda, parei um pouco novamente como já fiz em outras vezes, em outras ocasiões, como disse anteriormente, para pensar no fim dos fins, na morte como um fato corrente de vida. No meu eu fico pensando; nada vai comigo de material, talvez o que vou levar é meus pensamentos, minhas idéias de vida, meu último olhar para mundo, não o mundo em geral, mas o meu último olhar para o meu mundo pessoal, que gira em tornos dos meus e de minha família. Meu globo de vida é pequeno, meu mundo pessoal é restrito, mas adoro viver nele, ao lado dos meus queridos. Oxalá chegue aos 100 anos, afinal este é meu projeto de vida.


Boa semana!  

Consulado de Boston, expulsa brasileiros do prédio e ameaça chamar a policia

Paulo Monauer
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Poderíamos pensar que no caso de baderna dentro do consulado, solicitar a presença da policia ou retirar um indivíduo de dentro do prédio consular, seria uma alternativa válida, depois que se esgotassem todas as alternativas de uma negociação diplomática, afinal este é um prédio consular e a diplomacia vem em primeiro lugar. Pois é, mas não é nada disto. A briga é da embaixadora Glivânia Maria de Oliveira e com os tais ‘despachantes’ ou associados.
Vamos esclarecer a função dos despachantes;
Ela foi criada há alguns anos pelo Embaixador Fernando Paulo de Mello Barreto Filho em Boston. O objetivo era esvaziar um pouco a grande procura por documentos por parte dos brasileiros no balcão do consulado. Existia na época uma deficiência consular que pudesse suprir a demanda da comunidade e esta idéia surgiu como alternativa. Então se criou o despachante credenciado pelo consulado.
Tudo funcionou muito bem até a chegada da embaixadora Glivânia. Ela fechou as portas para os despachantes e acabou com o credenciamento. Hoje não existe mais a figura do despachante credenciado pelo consulado de Boston. Todo o brasileiro que quer um documento tem que ir ao consulado em pessoa ou enviar sua solicitação pelo correio, logo, despachante não pode mais ir ao balcão consular representar o seu cliente. Isto acabou e é um fato.
Por que a embaixadora Glivânia abortou os despachantes?
Ela abortou para fazer parcerias e conseguir o apoio de algumas ONGs locais para seus projetos pessoais de mudanças dentro do consulado.
Como ela fez isso?
 Ela credenciou a sede de algumas ONGs locais em Massachusetts para emitir documentos, logo, os brasileiros podem se dirigir a estas ONGs e lá já com autorização prévia do consulado encaminharem pedidos de documentos oficiais brasileiros ao consulado.
Consequência?
As ONGs pularam de alegria, pois assim ganharam público, movimento em suas sedes. Algumas ONGs dizem que não cobram nada para encaminhar os documentos consulares, mas aceitam doações espontâneas como contribuição, já outras ONGs cobram uma taxa para fazer a documentação descaradamente.
De contra partida as ONGs comem na mão da Embaixadora que neste caso tem aliviado as criticas e algumas opiniões contrarias para com suas atitudes consulares referente à comunidade como um todo. O fato novo é que ninguém critica nada e tudo esta a contento do ponto de vista das ONGs no que se refere ao consulado. Porém as ONGs nada mais são do que despachantes travestidos de generosidade com a comunidade, pois todas elas tiram proveito financeiro de terem a credencial consular para encaminhar documentos ao consulado.
Um bom jogo político da Embaixadora, por outro lado criou uma classe nova de despachantes chamadas de ONGs. Repetindo, por outro lado os que se dizem despachantes de fato ficaram insatisfeitos com a embaixadora, pois perderam mercado, ou seja, dinheiro, em prol das ONGs que aumentaram suas receitas.
Os despachantes continuam a existir, no principio mesmo com a dissolução da classe credenciada pelo consulado, eles ainda acompanhavam seus clientes no consulado para tirar documentos junto com o brasileiro solicitador do documento.
A Embaixadora cortou o último elo deles e abriu guerra contra os despachantes e proibiu a entrada deles no consulado acompanhando clientes. Logo, os brasileiros que optassem por conta própria pagar um despachante para ajudá-los não poderiam fazê-lo tendo sua companhia dentro do prédio consular.
As barreiras para os despachantes ficaram desde então cada vez mais acirrada. A gota d’agua a favor da Embaixadora Glivânia foi à atitude de um despachante de comprar o segurança que ficava na porta do prédio consular, ou seja, dava dinheiro ao individuo para ter vantagens mínimas dentro do consulado. O segurança caiu em desgraça foi descoberto e demitido pelo consulado e como não poderia deixar de ser, depois deste fato, a Embaixadora Glivânia criou mais barreiras contra os despachantes.
Novas pressões aos despachantes
Todos os despachantes são conhecidos do consulado, e ao entrarem no consulado sem a solicitação de um serviço de uma documentação pessoal a ser feito, são convidados a se retirar, pois são pessoas com potencial para pegar serviços dos brasileiros, ou seja, agenciamento de serviços dentro do prédio consular.
Até ai tudo bem, o mercado tem que se ajustar, e o prédio consular não é local para ninguém agenciar serviços no seu interior, porém acompanhar um cliente dentro do prédio consular é algo proibido dentro do consulado, e ai começam os exageros de autoridade e uma invasão da lei de mercado e livres serviços. Quem quer pagar um despachante para acompanhá-lo no consulado não pode ter este direito negado.
O que fato da semana que não faz sentido:
·       Porteiro do consulado expulsa brasileiros do prédio e ameaça chamar a policia
O fato aconteceu na última semana, Francisco de Oliveira (foto), morador de Framingham acompanha braseiros de idade que pagam pelos serviços de motorista para ir ao consulado há mais de 15 anos. Ele é bem conhecido e solicitado na região de Framingham. O que ele faz não tem nada haver com o serviço de despachante até por que já trabalha nisto muito antes da função de despachante ser oficializa pelo consulado de Boston.
Pois bem, ele na última semana se dirigiu mais uma vez acompanhando uma senhora de idade ao consulado como motorista. Ele entrou com ela no prédio do consulado, ela foi ao balcão e começou a encaminhar seu pedido ao consulado, neste meio tempo o porteiro do prédio consular se dirigiu até o Francisco e pergunto se ele iria tirar algum documento pessoal, ele respondeu que não e estava acompanhando uma senhora a pedido dela e apontou à senhora. O porteiro não quis nem saber e imediatamente disse que ele não poderia ficar ali e pediu para ele se retirar, Francisco relutou, e ao se negar a sair o porteiro disse que caso ele não saísse do prédio iria chamar a policia para retirá-lo. Francisco de contra gosto saiu, mas depois se arrependeu e disse que seria melhor ele esperar pela polícia.
Neste mesmo dia mais duas pessoas que também prestam serviço como o de Francisco foram expulsas do consulado da mesma forma.
Francisco se sentiu totalmente ofendido e procurou a redação do Hello e deu o nome e o telefone das outras pessoas que sofreram a mesma coação absurda dentro do prédio consular, o fato foi confirmado.
Pergunta: Será justo este tipo de atitude da Embaixadora Glivânia?
Francisco diz que vai voltar ao consulado acompanhando mais clientes que solicitam seu serviço como motorista, diz que nunca fez contatos dentro do consulado para pegar mais clientes, respeita o ambiente, mas acha um abuso de autoridade ser expulso do prédio por um porteiro ‘cabo verdiano’, e que ainda lhe diz que vai chamar a policia para prendê-lo em nome da Embaixadora. Pois agora ele quer ser preso e retirado a força de dentro do prédio consular, faz questão disto e caso isso aconteça vai protocolar uma queixa oficial contra a Embaixadora Glivânia e seus desmandos aqui em Massachusetts e também lá no Brasil, buscando uma reparação moral e financeira, por abuso de autoridade e o cerceamento de ir vir dentro do território brasileiro. Indignado ele disse ao Hello: ‘Quero ver que canta de galo neste galinheiro se é a galinha ou galo’!  Não estou fazendo nada de errado e tenho direitos como qualquer um de entrar e sair do consulado como uma pessoa normal acompanhando outra pessoa ou não. Será que vai chegar ao ponto que nem um pai, mãe ou parente, ou até um amigo não poderá acompanhar alguém no consulado? Esta Embaixadora precisa saber ou descobrir que aqui as coisas não funcionam assim, e tenho meus direitos e vamos ver quem leva a melhor, se eu representado a comunidade ou ela representando a repressão discriminatória.




Wednesday, November 9, 2016

E agora comunidade, Trump ‘Wins’!


HBBN - Paulo Monauer
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O egocêntrico, o milionário, o homem que só enxerga a si mesmo, que não abre mão de suas ideologias, que ofereceu devolver o governo americano ao povo, prometeu retirar o governo dos conchavos, dos favores, das trocas absurdas por interesse, etc. etc., e mais um milhão de promessas que assustam muitos imigrantes ilegais. Entretanto ele é inteligentíssimo, um homem de sucesso incomparável na vida privada, nunca concorreu a nada politicamente, este é novo presidente escolhido pelo povo americano. Este é o seu é meu presidente agora por 4 anos. Donald tem maioria no congresso, mas tem muito republicano que não gosta dela, entretanto agora eles vão ter que se curvar para ele, ou será que não? Serão os republicanos congressistas oposição ao Trump?  Ele tem dois anos para tentar passar tudo que quiser de suas promessas, pois neste tempo terá maioria no congresso. Depois tem nova votação para congressistas e isso pode mudar.
·      Por que Hillary perdeu?
Ela é uma incógnita em muitos pontos para os americanos. Ela é conhecida entre os democratas como a mulher que esconde muita coisa. Ela é a mulher que passou a mão na cabeça das pornografias explicitas do seu esposo dentro da Casa Branca. Ela escondeu muito do que fez como secretária de estado americano, deletando não meia dúzia de e-mails, mas mais de 35 mil deles, será por quê? Ela não soube usar muito do que o Obama fez de bom e explorou muito pouco este ponto. É difícil dizer isso, mas uma mulher para ser moralista e atirar pedra no adversário tem que primeiro ter feito o tema de casa. Ela não fez com seu esposo, diante de uma nação inteira. Roupa suja se lava em casa, mas a lavanderia dela era publica e ela pecou ai.
·      Quem escolheu Trump?
Dos mais de 270 milhões americanos que estão aptos a votar? A resposta escrevi no meu editorial há algumas semanas atrás, quem se interessa por política neste país são só 120 a 130 milhões de americanos, eles decidem quem vai ser o seu presidente, o resto não esta nem ai para quem vai ser o presidente do país. Eles escolheram Trump. Ou seja, menos de 1/3 da população americana se interessa por política. Por quê? O país é estável. A constituição e centenária, e o rio segue seu curso.
·      O voto do imigrante foi importante para vitória de Trump?
Sim na Flórida e Califórnia dois estados pontuais de imigrantes, ele ganhou na Flórida e raspou na trave na Califórnia, logo milhares de imigrantes votaram a favor de Trump. Não cola a idéia de que imigrante não curte o Trump apesar do que ele fala.
·      O povo escolheu quem?
Hillary ganhou no voto popular por um percentual mínimo, insignificante. O povo escolheu Hillary.  Porém Trump deu um banho nela com os delegados. Trump não ganhou raspando por um descuido da natureza, ganhou com uma margem avassaladora no numero de delegados. Uma vitória solida sobre ela.
·      Obama e os imigrantes?
Ele foi o presidente que mais deportou imigrantes ilegais na história dos presidentes dos EUA. Como um presidente pode fazer isso e sair de ‘mocinho do bem’ amigo dos imigrantes no fim do filme? Foram prá lá de 400 mil deportados pelo Obama. Logo qualquer coisa que Trump fizer a favor dos imigrantes ilegais vai ser mais do que o Obama fez, não tenha dúvidas sobre isso. E se fizer nada, mesmo assim será melhor que o Obama. Não acredito em varredura, acredito em fechar as portas para novos imigrantes, quem esta dentro esta, mas quem esta fora não vai ser fácil entrar.
·      Nossa comunidade local
Todas as ONGs e afins brasileiras de Massachusetts que fizeram campanha aberta para Hillary, ela ganhou em Massachusetts. Massachusetts é um estado democrata desde que nasceu. Os democratas são maioria no congresso local há mais de 40 anos. Os democratas mandam e desmandam em Massachusetts, que hoje tem um governador Republicano, de contra partida, esta suposta vantagem nunca se refletiu uma melhoria para os imigrantes ilegais de Massachusetts. Quem mais barra os imigrantes aqui no estado são os democratas, e é por isso que até hoje os ilegais não tem direto de tirar a carteira de motorista aqui no estado, por que os democratas não querem.
·      Obama, Michele, Trump e Melania
Vai ser legal ver a posse do Trump depois dos discursos de Obama e Michele contra o Trump e sua esposa. Isso me lembra o ‘Zagalo’ com sua eterna frase; ‘Agora vocês vão ter que engolir’. Nada melhor do que um dia depois do outro.
·      Trump e o poder! O mundo tem um novo Sheriff.
O que vai acontecer e como, só o tempo dirá. Trump não é doido não. Ele é ‘águia’ como dizem os mineiros. Ele não via colocar tudo a perder, mas para negociar com o cara, o outro lado precisa mostrar força e oferecer benefícios, até por que o homem não joga para perder, pode ceder, mas não perder. Com certeza o mundo vai ter que se readaptar ao seu novo Sheriff, e as regras vão ser outras, no que refere a relação com os EUA. Afinal o mundo precisa dos EUA, ou EUA precisa do mundo. Na verdade um precisa do outro, mas tem uma nova cabeça pensante por aqui, e ele é um osso duro de roer.
·      Pesquisas
Será que elas realmente são representativas ou são tendenciosas? Humm. Trump ganhou e agora o que dizem as pesquisas depois da vitória esmagadora de Trump? Nada vai justificar o enorme erro das pesquisas. Logo elas perdem valor e o que mostram mesmo é que são tendenciosas, ou será que estou errado?
·      O voto do imigrante local
Voto de imigrante não muda o contexto de uma eleição aqui nos EUA, ajuda sim, mas não muda. Hoje 70% dos votos dos EUA são dos chamados brancos, 11% de imigrantes (espanos) e o resto são dos negros e afins. Não se deixe enganar por que você é imigrante, tenha sua própria opinião sobre a política americana. Fique esperto e saia debaixo da saia destas nossas ONGs brasileiras locais, elas não são donas da verdade e precisam ser recicladas.
·      O que fazer sou ilegal?
Relaxe, Trump fez promessas de fechar a américa para os imigrantes e acredito que vai fazer isso mesmo, como já disse e repito, acredito que vai ficar difícil de entrar, contudo não acredito em deportação em massa, maior do que o Obama fez. Para Trump mandar para casa mais imigrantes ilegais do que o Obama, ele vai precisar ser muito, muito mesmo pior do que o Obama, e, diga-se de passagem, isso vai ser muito difícil. O Obama foi pior presidente no que diz respeito a imigrantes da história americana. Logo relaxe e deixa o homem administrar e vamos ver o que fazer e no que vai dar.

Mãe e filha ambas são advogadas de imigração, e se envolvem em um escândalo de mais de $1 milhão de dólares entre NY e Boston

HBBN – Da redação & Boston Globe
Foto – Boston Globe
Stella Figueiredo a mãe foi advogada pelo estado de NY e a filha Johanna Herrero é advogada em MA.  Stella Figueiredo é de origem paraguaia, fez carreira em NY, ia para as rádios hispânicas, TVs etc. e mandava ver na publicidade de seus serviços de imigração e por ai abriu caminho para chegar a quase 20 clientes.  Stella começou humilde amiga do povo, mas logo subiu seus preços e começou abusar de valores, além de abrir uma organização do qual era presidente que se chamava American Immigrant Federation que aliciava clientes para seu escritório, Johanna trabalhou lá com ela também. Depois de já estar a alguns anos no mercado o promotor de NY recebeu algumas denuncias de cobrança de valores abusivos e de clientes insatisfeitos, por parte de Stella. Stella foi condenada pelo estado de NY a fechar seu escritório e recebeu a pena de nunca mais poder advogar no estado de NY. O promotor de NY ainda prometeu perseguir todos os advogados que tentam tirar proveito de imigrantes indefesos. Mas isso não é tudo, Stella foi condenada a indenizar mais de mil clientes e os valores ultrapassaram $1 milhão de dólares.  Ela foi obrigada a vender sua casa em NJ para indenizar os seus clientes. Mas a venda da sua casa milionária ainda não foi suficiente para quitar as indenizações e o dinheiro ainda retido em NY. Neste meio tempo sua filha estudava para direito e fez estágio no escritório da mãe em NY recebendo algo entre $30 e $40 mil dólares por ano pelos serviços prestados a mãe.

A filha foi investigada na época e a principio ficou livre das acusações da mãe. Mais tarde ela se formou e abriu um escritório em Boston, Law Offices of Johanna M. Herrero. A mãe em divida com inúmeros clientes ainda e procurada em NY para quitar suas dividas com os clientes, estava sumida ninguém sabia seu paradeiro. Ela carrega a culpa de que inúmeros clinetes foram deportados pelo péssimo serviço prestado por ela.

Stella foi flagrada por reportes do Boston Globe trabalhando no escritório da filha em Boston, dando expediente normal. Ao ser abordada pelo repórter negou ser a Stella Figueiredo procurada em NY. Porém não conseguiu sustentar a falsa identidade que usava como sendo Julia Herrero na famosa e pompuda Street St em Boston onde a filha tem um escritório. A tal Julia acabou confessando ser Stella, mas disse não estava trabalhado no escritório da filha e só ajudava de graça as vezes em uma outra coisa.

Inúmeras situações ainda não estão bem decidias e explicadas no caso que envolve a mãe e filha. Stella e citada na reportagem como glamorosa e carismática e que usava este charme para ganhar mais clientes. Clientes que se deram mal ao cair na lábia da Stella. Mais de seis anos depois de todo o processo em NY autoridades ainda alegam que Stella ainda deve mais de 1 milhão de dólares a clientes e precisa pagar sua divida.

Bráulio Erazo, ex-vendedor de verduras de Honduras que vive no Bronx, diz que sua família perdeu $20 mil para Figueredo. Ele disse acreditar que ela era uma advogada que podia conseguir o Green Card para sua família, porque ela aparecera todos os domingos pela manhã na TV em espanhol. "Um lobo com pele de ovelha", ele diz agora.
Ele disse que mais tarde descobriu que Figueredo não tinha apresentado seus documentos de imigração corretamente e ele acabou pagando mais US $ 3.000 a um advogado para salvar seu caso.



OBS: Alguns leitores do Hello que passaram a informação deste caso publicado no Boston Globe informaram que tem muitos brasileiros que são clientes da Johanna Herrero em Boston. A credibilidade de Johanna no momento esta em e cheque e abalada, porém dinheiro é que não falta para ela, pois acabou de comprar uma casa nos arredores de Boston por mais de $1 milhão de dólares.

Thursday, November 3, 2016

Hillary cai nas pesquisas, Trump sobe. Quem chega presidência?

Paulo Monauer
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Donald no mano a mano com a Hillary estava de mal a pior. No ponto de vista de muitos Hillary ganharia fácil, fácil do egocêntrico multimilionário. Ledo engano, a situação mudou. O que mudou se as coisas estavam indo tão bem para Hillary?
Hillary deletou do seu Gmail, ou seja, do seu e-mail particular mais de 33 mil e-mails, do período em que foi Secretária de Estado do Governo Obama.  Primeiro erro, ela não poderia usar um Gmail pessoal para negociar ou fazer tratativas como Secretária de Estado dos EUA, teria que ter usado um provedor de e-mails do governo americano, o que é normal para todos que trabalham no governo. Hillary porém, achou que era melhor que todos do governo e poderia fazer diferente, burlar as regras.
Hillary deletou. Ok! Mas na verdade se fala disto desde de o inicio da campanha de Hillary, e até então isso não era razão para ela perder votos na luta presidencial, afinal deletou, deletou, acabou ninguém mais sabe o que estava lá. Outro ledo engano, alguns piratas da internet conseguiram copiar seus e-mails no Gmail, e eles estão soltando pouco a pouco isso na internet, alguns falam que tem o dedo Russo nesta história. Será?
O FBI a partir do momento que analisou algumas coisas que vazaram net dos e-mails da Hillary e aí começou a acreditar que pode ter muitas outras coisas obscuras nestes e-mails que não condizem com um bom comportamento de uma Secretária de Estado, resumindo, os e-mails têm um conteúdo comprometedor. Partindo deste pré-suposto começam a as conjunturas. O que tem de misterioso nos e-mails da Hillary? Por que ela deletou os e-mails? Será que seus conteúdos são tão comprometedores? Pois é, pelo dito e pelo não dito como disse, o FBI abriu uma investigação, e isso é um fato. Consequência direta do fato;  Hillary caiu nas pesquisas e Trump subiu, o eleitor americano não perdoa.
Este fato trás a tona um velho dado do Watergate, do presidente Richard Nixon na década de 1970. Nixon teve alguns telefonemas e atitudes que comprometiam a sua conduta de presidente. Em 24 de Julho de 1974, Nixon foi julgado pela Suprema Corte dos Estados Unidos e obrigado, por veredicto unânime, a apresentar as gravações originais, que comprovariam de forma inequívoca, o seu envolvimento na ação criminosa contra a sede do Comitê Nacional Democrata e consequentemente a abertura de um processo de impeachment (já pensou se isso acontece com a Hillary), duas semanas depois da abertura do processo ele renunciou. Gerald Ford seu vice assumiu e assinou uma anistia para Nixon retirando as penalidades legais pelo seu ato. Foi difícil abrir uma processo contra Nixon, ninguém acreditava que ele pudesse ter cometidos tais absurdos como presidente dos EUA, mas cometeu. Agora eu pergunto; Quem acredita que Hillary cometeu algum absurdo enquanto Secretária de Estado dos EUA? Na verdade poucos! Porém agora a coisa começa a tomar forma e se Hillary tiver culpa no cartório e o teor destes e-mails confirmarem isso, adeus vida política para a esposa do querido Bill.
As cartas estão ai na mesa, as apostas são altas vale um mandato de presidente dos EUA por 4 anos a principio, podendo ser renovável por mais 4 anos. Hillary cai de favorita nas pesquisas para encarar uma igualdade com o Trump (esta tudo zero a zero). O Trump egocêntrico, rico, com sintomas de ser superior que desafia a economia estável americana com  suas idéias nazistas de muro e mais muro para separar países e pessoas, ganha muita força entre os eleitores, mas não por competência, mas sim por ser a única opção, pois se não for a Hillary tem que ser o Trump, só tem dois nesta corrida.
Trump escorregou e caiu tropeçando nas próprias pernas, se mostrando um ser superior a todos nos seus discursos, estava longe de ser um candidato que poderia vencer o pleito. Porém Hillary que estava lá frente soberana e tranquila, também erra e é pega com a mão na botija. Deleta os e-mails, porém eles reaparecem coisa que ela não estava esperando e também tropeça nas próprias pernas e cai estagnada, Trump consegue alcançá-la, pior do que isso passa por ela nas pesquisas de intenção de voto. Tudo bem, passa alguns pontinhos nas pesquisas e fica acima de Hillary, mas na verdade é um empate técnico, os dois estão juntos. O fato novo é que o azarão Trump renasce como reais oportunidades de vitória, graças a Hillary que lhe proporcionou isso. Olha, tudo isso a menos de 14 dias do pleito.
Quem decide esta parada? No máximo 120 milhões de americanos, penso eu, de um total de mais de 280 milhões aptos a votar (EUA tem uma estimativa de mais ou menos 350 milhões de habitantes segundo algumas fontes mais atualizadas). Mas destes só 120 milhões de pessoas nos EUA que se interessam por esta coisa chamada política, pelo menos foi assim na ultima eleição para presidente. Ninguém é obrigado a votar por aqui por isso mais de 140 milhões de americanos aptos a votar não estão nem ai para a política. E nem vou falar que o voto pessoal da população americana está em uma situação de segundo plano nas eleições porque quem decide mesmo as coisas de quem vai ou não ser o novo presidente são os Delegados Estaduais que somam um total de 538. Na verdade 270 votos dos Delegados garantem a presidência a qualquer candidato e ai o total de votos pessoais dos eleitores não importa não. Por isso talvez o desinteresse do povo americano em votar. Logo amigo imigrante, esta história de que povo decide nas urnas por aqui é um engodo de doido. Repito, o povo pode escolher um presidente por aqui nas urnas, mas o presidente que vai assumir a presidência é o que ganha à eleição dos delegados.
Por estas e por outras, quem você acha que ganha à eleição para presidente dos EUA, o azarão do Trump ou escorregadia Hillary? Eu estou perdidinho, perdidinho nesta história e tudo é possível no meu ponto de vista!

Boa semana!