Tuesday, August 14, 2012

Casais, união estável, está em alta?


·        A busca de cada um
Achar, viver e manter um grande amor é o maior sonho e desafio de todo ser mortal nesta terra. O parceiro ideal. Encontrar alguém que nos ame que nos complete e que nos realize em quase tudo. Afinal quem não quer ter um relacionamento amoroso com intensidade, respeito mútuo, confiança, paixão, cumplicidade, amizade, aquela coisa de pele, e por vai. Quando isso acontece sempre acreditamos estar vivendo um sonho. Tem alguns destes relacionamentos que duram para eternidade. Outros perdem força com o passar dos tempos, e acabam se desfazendo, protagonizando uma nova busca. Este é o processo que todos nos vivemos em qualquer parte do mundo. Um homem atrás de uma mulher e uma mulher atrás de homem. Concordo que algumas regras estão mudando na humanidade, mas ainda estão longe de ter ou ser uma unanimidade aceitável, falo de casais do mesmo sexo. A grande maioria das pessoas vivem próximas de um relacionamento conjugal aceitável, não perfeito, contudo neste caso os predicados da dupla amorosa quase sempre são maiores do que os defeitos, logo a convivência fica compatibilizada, uma vez que não existe ninguém perfeito. E isso não é uma utopia e uma realidade.
·        As dificuldades e separações
Os casais às vezes trocam o curso da história. O homem ou a mulher neste caso se convencem a si mesmos que poderiam ter feito uma escolha melhor no que se refere ao parceiro. O sonho de ter encontrado o companheiro ideal se perde, depois de alguns anos e normalmente um dos dois sofre muito com a perda do outro. Quando tem filhos, dinheiro e patrimônio envolvidos a coisa piora. Tem muitos que conseguem manter uma amizade depois de um fim de um relacionamento, mas existem outros que nem podem se olhar até o fim de suas vidas.
·        Quem é o grande vilão e motivador das separações e divórcios
A sociedade em si. O arroz e feijão de épocas passadas ainda continuam fermentando os divórcios e separações nos dias de hoje. Ciúmes, traição, violência, sentimento de posse, confinamento das mulheres, etc., ganhou novos adeptos com o passar dos tempos. O mundo evoluiu, e as coisas que vemos hoje, são novidades que há 30, 40 anos não existiam. Como por exemplo: o mundo eletrônico com TVs coloridas, DVDs, alarmes, computadores, aviões modernos, trens bala, telefones celulares, satélites, antenas parabólicas, etc., com isso a conexão de um lado outro do mundo hoje se faz em segundos. Ninguém vive mais como primitivo, só quem quer. No dia a dia fora dos eletrônicos nos ganhamos mais baladas, a proliferação da bebida, das drogas, a violência aumentou em todas as áreas, a prostituição foi oficializada como profissão, etc.. Agregado a tudo isso a facilidade de se ganhar mais dinheiro e o avanço das classes menos favorecidas elevadas a consumidores de pesos, de alguma forma representam certa motivação de independência nas pessoas. A autoestima fica maior do que deveria e vem à arrogância de pensamentos e atos como: ninguém precisa de ninguém e todo mundo tem um preço, ou tudo é possível de se adquirir quando se tem dinheiro, inclusive o amor. Apesar de tudo isso hoje o numero de pessoas que sonham e se arriscam a acreditar em seus sentimentos e casarem é infinitamente maior que os números dos que se separam depois de casados.
·        Casar sem estar casado
Morar juntos virou opção de luxo, como se fosse uma faculdade da vida a dois. Se depois de algum tempo os dois descobrirem que são compatíveis acabam casando, ou melhor, se graduando no amor. Errado. A grande maioria que usa deste expediente cai na comodidade e protelam uma união legal perante a lei, eu digo de papel passado. A coisa proliferou tanto na ideia de morar juntos sem contrair um casamento que as leis mudaram para se ajustar ao novo fato social. Depois de algum tempo vivendo com alguém, você já tem os direitos conjugais garantidos, mesmo que nunca tenha entrado em cartório ou prefeitura para se casar.
Apesar de tudo isso eu acredito que a família é e sempre vai ser à base da sociedade, em qualquer parte do mundo. Como já dizia um grande líder religioso Spencer W. Kimball:
‘Nenhum sucesso compensa o fracasso no lar’.
Você acredita nisto? 

Boa semana!

Paulo Monauer
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