Wednesday, October 11, 2017

A perversão feminina diante da fragilidade masculina

Não sou machista, e nunca serei, mas tenho que escrever sobre isso, não tenho como me calar. Deixe-me começar por uma história recente aqui da nossa comunidade de Boston. Há algumas semanas atrás houve uma festinha na casa de algum brasileiro da região de Boston, na verdade têm muitas festinhas privadas todos os fins de semana aqui na comunidade brasileira local. Um aniversário aqui, um churrasquinho maneiro lá e assim vai. Tudo normal. Porém em uma destas festinhas na casa de alguém, a noite, um rapaz de 20 e poucos anos bem apresentável conheceu uma garota bonita e bem apresentável também, e ali começaram uma conversação, rolou uma cerveja aqui outra ali, mas ninguém ficou bêbado a ponto de perder a cabeça. Rolou um clima entre os dois, houve consentimento e reciprocidade de ambos, a coisa esquentou e teve um sexo consensual. Uma semana depois o pai desta menina brasileira descobriu que a menina tinha se envolvido com um rapaz em uma festinha e teve sexo com ele. O pai foi na policia e denunciou o jovem rapaz. A filha deste homem tinha somente 14 anos. O rapaz ficou atônito perdido ao saber que a policia estava atrás dele, por causa do ocorrido, e ficou pior ainda ao saber a idade da menina que julgava ter muito mais que 21 anos pela sua estrutura física, etc.. A principio o rapaz se escondeu, ficou com medo, o que é normal neste caso, mas depois de uma semana se entregou a policia, ele esta preso, com uma fiança absurda.
Repetindo, a menina de 14 anos é bonita, tem corpo de mulher, e estava na festa se divertindo e bebendo também. Não estava bêbeda, o que aconteceu entre os dois foi consensual e ambos se aceitaram, mas em nenhum momento o rapaz imaginou que a menina tinha somente 14 anos. Hoje em dia tem mulheres de até menos idade que desenvolvem uma estrutura física de mulher adulta que ninguém desconfia ser de menor ao olhar..
O rapaz vai a julgamento e com certeza vai ser deportado, o que pode acontecer de melhor é o que sempre os advogados recomendam nestes casos; é um acordo, acordo este que sempre vem com aquela história; confesse o crime, reduzimos a pena e no final dela você será deportado.
O rapaz cheio de sonhos para o futuro aqui nos EUA e para com a família, que está lá no Brasil, caiu em uma ‘bobeira’, se assim podemos chamar este caso. O seu futuro aqui na América acabou. Psicologicamente está liquidado, e sua vida do nada virou um inferno e este inferno pode ser longo com alguns anos de reclusão.
E você me pergunta; E a menina de 14 anos? Esta de boa. E ainda vai ser orientada a pegar documento se é ilegal, e se for, vai ganhar o ‘Green Card’ facinho, facinho.  Ela é menor de idade e ele jamais poderia ter tido sexo com ela. Ok digo eu. Mas ela esta ai, amanhã depois vai a outra festa, e tudo pode se repetir, e será que o pai vai novamente a policia? Contudo neste caso  especifico vale a pena frisar; ela gostou do rapaz, o sexo foi consensual, permissivo, logo o termo ‘estupro de menor’ é o único titulo que não cabe a este rapaz, porém a mídia local brasileira assim o definiu; “estuprador de menor”.
Um amigo meu me disse o seguinte quando estávamos comentando este caso esta semana; “Se você conhecer uma garota em uma festa ou em qualquer lugar, antes de qualquer coisa pesa para ver um documento dela”. “Se tiver sexo com ela ache uma ou duas testemunhas para depor a seu favor antes do ato, etc., etc”.  “Se possível filme para provar que não nada foi forçado”. Parece bobeira, mas a coisa esta feia. Quem vai se submeter a uma situação destas? Mas por incrível que pareça este é o único meio em ‘parte’ de você se ‘livrar’ de uma situação absurda de parar na cadeia por causa dela, e mesmo assim tudo isso pode não adiantar nada.
Por outro lado já vi inúmeros casos de mulheres brasileiras aqui em Boston, e já não estou mais falando de menores de idade, se autoflagelarem, a ponto de deixar marcas profundas em seus corpos, chegam ao absurdo de se cortarem, e depois vão a policia denunciar seus maridos, amantes ou companheiros como se fossem os autores das agressões. A polícia na hora vai lá e prende o individuo, coloca atrás das grades, a mulher vai para o corpo e delito, entra no esquema de ‘violência doméstica’, e logo ali na frente aplica para o ‘Green Card’ e pronto o caminho para legalização está aberto e ela vai ter um final feliz, e depois de 2 anos de processo, estará legal aqui nos EUA. E o homem? O tal companheiro dela? O ‘trouxa’ que caiu direitinho e foi usado nesta história, acaba na cadeia, condenado e deportado e com a vida desgraçada.
Não estou inventado nada, isto esta virando um processo corriqueiro na comunidade de Boston, e eu sou testemunha de inúmeros casos destes como repórter.
Ainda existe aquela situação de um homem adulto encontrar uma mulher adulta e ambos se conhecerem terem um ‘afer’ consensual e por alguma razão depois de terem uma noite de envolvimento mutuo a mulher se decepciona com o homem  por alguma razão qualquer e decide ir a policia e dizer; ‘ele a estuprou, eu disse não para ele, mas mesmo assim ele me agarrou a força’.   A reação da policia é sempre é mesma, vai lá prende o homem, o juiz coloca a fiança lá em cima o cara vai para cadeia. Neste caso provar a inocência do homem é um parto, às vezes rola, mas na maioria das vezes não, como de costume, ele acaba fazendo um acordo por insistência do seu advogado, e ferrando sua vida para sempre, e como é brasileiro ilegal no final da história acaba deportado.
Eu acredito em casos de violência domestica, e eles já existiram e existem por aqui na nossa comunidade com abundancia, mas estes na verdade são acompanhados de muito terror, em razão do homem ser violento ( e nem vamos falar nos casos de violência domestica da mulher contra o homem). A submissão da mulher nestes casos mais violentos, ou para chegar ao ponto de ela ter ‘coragem’ de fazer uma denuncia, normalmente acontece quando ela já extrapolou a questão do entendimento e ela não suporta mais o companheiro, logo, o fato não vem de uma só acompanhada de uma denuncia, pois muitas vezes a mulher gosta do homem e só quer que ele a trate com mais respeito. Porém casos destes (reais, verdadeiros) estão ficando cada vez mais raros e os casos de ‘pegadinha’ ou revanchismo da mulher perante o homem por esta ou aquela razão com objetivo de ganhar um documento vem em um acumulo crescente nas cortes de imigração em Boston. Olha, quem adora tudo isso são os advogados que a primeira coisa que dizem para as mulheres que supostamente são vítimas; ‘vamos colocar este sem vergonha na cadeia e seu social vai chegar em 3 ou 4 meses depois que eu abrir o processo para você’, tudo regado a muito dinheiro, pois não existem advogados baratos neste caso.
Não sou machista, como disse anteriormente, mas existe uma desigualdade social em muitos destes casos que favorecem as mulheres, pelas circunstâncias das leis americanas. Porém, quando a policia vai desmascara uma mulher sem vergonha que apronta para um homem, honesto e trabalhador? Quando? Quando uma delas vai cair do cavalo? Quando uma delas for presa e pega neste golpe ‘antigo’ e que funciona aos olhos da lei americana e que já legalizou milhares de mulheres golpistas, daí sim talvez muitas delas comecem a repensar bem no seu autoflagelo, pois o feitiço pode virar contra o feiticeiro. Mas isso esta longe de acontecer, contudo fica aqui minha torcida, antes tarde do que nunca.
Enquanto isso como disse no inicio, a perversão feminina esta em alta diante da fragilidade masculina. No momento fica o alerta; homens tomem cuidado, a bruxa esta solta!
Em tempo: Estes tipos de mulheres golpistas não representam nem 1% das mulheres da nossa comunidade brasileira de Boston hoje, logo este texto se refere a um numero muito pequeno de mulheres desonestas, mas que existem, e precisam ser denunciadas quando forem pegas nestes golpes, porém a grande maioria das mulheres brasileiras por aqui, são tremendamente honestas e integras e de grande valor e merecem o meu respeito sem exceção.




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